segunda-feira, 18 de maio de 2015
Palestra Sobre Higiene Vocal
A Fidelidade de Deus
A infidelidade é um dos pecados mais proeminente nestes maus dias. Com raríssimas exceções, a palavra de um homem não é mais a sua fiança, nos negócios deste mundo. No mundo social, a infidelidade conjugal ocorre por todo lado, sendo que os laços matrimoniais são desfeitos com a mesma facilidade com que uma roupa velha é rejeitada. Na esfera eclesiástica, milhares que se comprometeram solenemente a pregar a verdade, sem nenhum escrúpulo a negam e a atacam. Nem o autor, como tampouco o leitor, podem arrogar-se completa imunidade deste pecado terrível: de quantas maneiras temos sido infiéis a Cristo, e à luz e aos privilégios que Deus nos confiou. Como é animador então, que indizível benção é erguer os olhos acima desta ruinosa cena e contemplar Aquele que, só Ele, é fiel, fiel em tudo, fiel o tempo todo.
'Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel...' (Deuteronômio 7:9). Esta qualidade é essencial ao Seu ser; sem ela Ele não seria Deus. Pois, ser Deus infiel seria agir contrariamente à Sua natureza, o que é impossível. 'Se formos infiéis, ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo' (2 Timóteo 2:15). A fidelidade é uma das gloriosas perfeições do Seu ser. É como se Ele estivesse vestido com esta perfeição; 'O Senhor, Deus dos Exércitos, quem é forte como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?!' (Salmo 89:8). Assim também, quando Deus Se encarnou, foi dito: 'E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a verdade o cinto dos seus rins' (Isaías 11:5).
Que palavra, a do Salmo 36:5 — 'A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens'. Muito acima de toda compreensão finita está a imutável fidelidade de Deus. Tudo que há acerca de Deus é grande, vasto, incomparável. Ele nunca esquece, nunca falha, nunca vacila, nunca deixa de cumprir a Sua palavra, O Senhor Se mantém estritamente apegado a cada declaração de promessa ou profecia, faz valer cada compromisso de aliança ou de ameaça, pois 'Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? (Números 23:19). Daí o crente exclama; '...as suas misericórdias não têm fim, novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade' (Lamentações 3:22-23).
Há nas Escrituras numerosas ilustrações da fidelidade de Deus. Há mais de quatro mil anos Ele disse: 'Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão' (Gênesis 8;22). Cada novo ano dá-nos um novo testemunho de que Deus cumpre esta promessa. Em Gênesis 15 vemos que Jeová declarou a Abraão; '...peregrina será a tua semente em terra que não será tua, e servi-los-ão ... E a quarta geração tornara para cá' (versículos 13-16). Os séculos percorreram o seu curso fatigante. Os descendentes de Abraão gemiam entre os fornos de tijolos do Egito. Deus esquecera a Sua promessa? Certamente que não. Leia Êxodo 12:41: 'E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito'. Por meio de Isaías o Senhor declarou: “...eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel' (7:14). De novo séculos se passaram, mas, 'vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei' (Gálatas 4:4).
Deus é verdadeiro. Sua Palavra de promessa é certa. Em todas as Suas relações com o Seu povo, Deus é fiel Pode-se confiar nEle, com segurança, Nunca houve alguém que tivesse confiado nEle em vão. Vemos esta preciosa verdade expressa em quase toda parte nas Escrituras, pois o Seu povo precisa saber que a fidelidade é uma parte essencial do caráter divino. Esta é a base da nossa confiança nele. Mas, uma coisa é aceitar a fidelidade de Deus como uma verdade divina, e outra coisa, muito diferente, é agir com base nisso. Deus 'nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas', mas nós contamos realmente com o seu cumprimento por Deus? Esperamos de fato que Ele vai fazer por nós tudo que disse que fará? Descansamos com implícita segurança nestas palavras: ' ... fiel é o que prometeu' (Hebreus 10:23)?
Há ocasiões na vida de todos em que não é fácil, nem mesmo para os cristãos, crer que Deus é fiel. Nossa fé é provada dolorosamente, nossos olhos ficam toldados pelas lágrimas, e não conseguimos mais encontrar o rumo dos baluartes do Seu amor. Os nossos ouvidos se distraem com os ruídos do mundo, arruinados pelos sussurros ateísticos de Satanás e não conseguimos mais ouvir a doce entonação da voz mansa e delicada do Senhor. Sonhos alimentados foram frustrados, amigos em quem confiávamos falharam conosco, um falso irmão ou irmã em Cristo nos traiu. Vacilamos. Procuramos ser fiéis a Deus, e agora uma trevosa nuvem O esconde de nós. Achamos difícil, impossível mesmo, à razão carnal harmonizar a Sua sombria providência com as promessas da Sua graça, Ah, alma titubeante, companheiro de peregrinação provado com tanto rigor, procure graça para ouvir Isaías 50:10; 'Quem há entre vós que tema a Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus'.
Quando você for tentado a duvidar da fidelidade de Deus, brade: 'Para trás de mim, Satanás'. Ainda que você não possa harmonizar os misteriosos procedimentos de Deus com as Suas declarações de amor, confie nEle e aguarde mais luz. Na hora dEIe, certa e boa, Ele fará com que você o veja com clareza, “...o que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois' (João 13:7). A seqüência dos fatos demonstrará que Deus não abandonou nem enganou Seu filho. 'Por isso o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós; e por isso será exaltado, para se compadecer de vós, porque o Senhor é um Deus de equidade: bem-aventurados todos os que nele esperam (Isaías 30:18).'
'Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel...' (Deuteronômio 7:9). Esta qualidade é essencial ao Seu ser; sem ela Ele não seria Deus. Pois, ser Deus infiel seria agir contrariamente à Sua natureza, o que é impossível. 'Se formos infiéis, ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo' (2 Timóteo 2:15). A fidelidade é uma das gloriosas perfeições do Seu ser. É como se Ele estivesse vestido com esta perfeição; 'O Senhor, Deus dos Exércitos, quem é forte como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?!' (Salmo 89:8). Assim também, quando Deus Se encarnou, foi dito: 'E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a verdade o cinto dos seus rins' (Isaías 11:5).
Que palavra, a do Salmo 36:5 — 'A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens'. Muito acima de toda compreensão finita está a imutável fidelidade de Deus. Tudo que há acerca de Deus é grande, vasto, incomparável. Ele nunca esquece, nunca falha, nunca vacila, nunca deixa de cumprir a Sua palavra, O Senhor Se mantém estritamente apegado a cada declaração de promessa ou profecia, faz valer cada compromisso de aliança ou de ameaça, pois 'Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? (Números 23:19). Daí o crente exclama; '...as suas misericórdias não têm fim, novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade' (Lamentações 3:22-23).
Há nas Escrituras numerosas ilustrações da fidelidade de Deus. Há mais de quatro mil anos Ele disse: 'Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão' (Gênesis 8;22). Cada novo ano dá-nos um novo testemunho de que Deus cumpre esta promessa. Em Gênesis 15 vemos que Jeová declarou a Abraão; '...peregrina será a tua semente em terra que não será tua, e servi-los-ão ... E a quarta geração tornara para cá' (versículos 13-16). Os séculos percorreram o seu curso fatigante. Os descendentes de Abraão gemiam entre os fornos de tijolos do Egito. Deus esquecera a Sua promessa? Certamente que não. Leia Êxodo 12:41: 'E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito'. Por meio de Isaías o Senhor declarou: “...eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel' (7:14). De novo séculos se passaram, mas, 'vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei' (Gálatas 4:4).
Deus é verdadeiro. Sua Palavra de promessa é certa. Em todas as Suas relações com o Seu povo, Deus é fiel Pode-se confiar nEle, com segurança, Nunca houve alguém que tivesse confiado nEle em vão. Vemos esta preciosa verdade expressa em quase toda parte nas Escrituras, pois o Seu povo precisa saber que a fidelidade é uma parte essencial do caráter divino. Esta é a base da nossa confiança nele. Mas, uma coisa é aceitar a fidelidade de Deus como uma verdade divina, e outra coisa, muito diferente, é agir com base nisso. Deus 'nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas', mas nós contamos realmente com o seu cumprimento por Deus? Esperamos de fato que Ele vai fazer por nós tudo que disse que fará? Descansamos com implícita segurança nestas palavras: ' ... fiel é o que prometeu' (Hebreus 10:23)?
Há ocasiões na vida de todos em que não é fácil, nem mesmo para os cristãos, crer que Deus é fiel. Nossa fé é provada dolorosamente, nossos olhos ficam toldados pelas lágrimas, e não conseguimos mais encontrar o rumo dos baluartes do Seu amor. Os nossos ouvidos se distraem com os ruídos do mundo, arruinados pelos sussurros ateísticos de Satanás e não conseguimos mais ouvir a doce entonação da voz mansa e delicada do Senhor. Sonhos alimentados foram frustrados, amigos em quem confiávamos falharam conosco, um falso irmão ou irmã em Cristo nos traiu. Vacilamos. Procuramos ser fiéis a Deus, e agora uma trevosa nuvem O esconde de nós. Achamos difícil, impossível mesmo, à razão carnal harmonizar a Sua sombria providência com as promessas da Sua graça, Ah, alma titubeante, companheiro de peregrinação provado com tanto rigor, procure graça para ouvir Isaías 50:10; 'Quem há entre vós que tema a Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus'.
Quando você for tentado a duvidar da fidelidade de Deus, brade: 'Para trás de mim, Satanás'. Ainda que você não possa harmonizar os misteriosos procedimentos de Deus com as Suas declarações de amor, confie nEle e aguarde mais luz. Na hora dEIe, certa e boa, Ele fará com que você o veja com clareza, “...o que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois' (João 13:7). A seqüência dos fatos demonstrará que Deus não abandonou nem enganou Seu filho. 'Por isso o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós; e por isso será exaltado, para se compadecer de vós, porque o Senhor é um Deus de equidade: bem-aventurados todos os que nele esperam (Isaías 30:18).'
'Não julgues o Senhor por tua mente,
porém, confia nele por Sua graça.
Por trás de uma severa providência
Ele oculta um semblante sorridente.
Animai-vos, ó santos temerosos!
As nuvens que temíveis vos parecem,
ricas são de mercês, e irromperão
em bênçãos derramadas sobre vós.'
porém, confia nele por Sua graça.
Por trás de uma severa providência
Ele oculta um semblante sorridente.
Animai-vos, ó santos temerosos!
As nuvens que temíveis vos parecem,
ricas são de mercês, e irromperão
em bênçãos derramadas sobre vós.'
'Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis' (Salmo 119:138). Deus não nos falou apenas o melhor, mas também não retirou o pior. Ele descreveu fielmente a ruína efetuada pela Queda. Ele diagnosticou fielmente o terrível estado produzido pelo pecado. Fielmente fez conhecido o Seu inveterado ódio ao mal, e que é preciso que Ele o puna. Advertiu-nos fielmente de que Ele é 'fogo consumidor' (Hebreus 12:29). Sua Palavra não contém somente numerosas ilustrações de Sua fidelidade no cumprimento de Suas promessas, mas também registra numerosos exemplos de Sua fidelidade em fazer valer as Suas ameaças. Cada estágio da história de Israel exemplifica esse fato solene. Foi assim com indivíduos: Faraó, Coré, Acã e uma multidão de outros mais, são outras tantas provas. E será assim com você, meu leitor, a menos que você tenha buscado ou busque refúgio em Cristo, as chamas eternas do Lago de Fogo serão a tua porção certa e segura. Deus é fiel.
Deus é fiel na preservação do Seu povo. 'Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor'' (I Coríntios 1:9). No versículo anterior foi feita a promessa de que Deus confirmará o Seu povo até o fim. A confiança do apóstolo na absoluta segurança dos crentes estava baseada não na força das resoluções deles ou em sua capacidade para perseverar, mas sim na veracidade daquele que não pode mentir. Visto que Deus prometeu ao Seu Filho um certo povo como Sua herança, livrá-lo do pecado e da condenação e fazê-lo participante da vida eterna na glória, é certo que Ele não permitira que nenhum dos pertencentes a esse povo pereça.
Deus é fiel na disciplina ministrada ao Seu povo. Ele não é menos fiel naquilo que retira, do que naquilo que dá. É fiel quando envia tristeza como quando outorga alegria. A fidelidade de Deus é uma verdade que devemos confessar não somente quando a tranqüilidade nos bafeja, mas também quando nos afligirmos sob o castigo mais áspero. Tampouco esta confissão deve ser apenas de boca, mas também de coração. Quando Deus nos fere com a vara da punição, é a fidelidade que a maneja. Reconhecer isso significa que nos humilhamos diante dEle, confessamos que merecemos totalmente a Sua correção e, em vez de murmurar, damos-Lhe graças por isso. Deus nunca nos aflige sem algum motivo: 'Por causa disto, há entre vós muitos fracos e doentes...' (1 Coríntios 11:30), ilustra este princípio. Quando a Sua vara cair sobre nós, digamos com Daniel; 'A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto...' (9:7).
'Bem sei eu, ó Senhor, que os teus juízos são justos, e que em tua fidelidade me afligiste' (Salmo 119:75). Problemas e aflições não são apenas coerentes com o amor de Deus empenhado na aliança eterna, mas são partes da sua administração. Deus é fiel não só quando afasta as aflições, mas também é fiel quando no-las envia. “Então visitarei com vara a sua transgressão, e a sua iniquidade com açoites, Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade' (Salmo 89:32-33). O castigo não é apenas conciliável com a benignidade amorosa de Deus, mas também é seu efeito e expressão. A mente dos servos de Deus se tranquilizaria muito se eles se lembrassem de que a aliança de Deus O obriga a aplicar-lhes correção oportuna. As aflições são-nos necessárias: '...estando eles angustiados, de madrugada me buscarão' (Oséas 5:15).
Deus é fiel na glorificação do Seu povo, 'Fiel é o que vos chama, o qual também o fará' (1 Tessalonicenses 5:24). A referência imediata aqui é aos santos serem 'preservados inculpáveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo'. Deus nos trata, não com base em nossos méritos (pois não temos nenhum), mas por amor do Seu grande nome. Deus é constante para consigo mesmo e segundo o propósito da Sua graça, '... aos que chamou ... a estes também glorificou' (Romanos 8:30). Deus dá plena demonstração da constância de Sua bondade eterna para com os Seus eleitos, chamando-os eficazmente das trevas para a Sua maravilhosa luz, e isto deveria torná-los seguros da certeza da sua continuidade. '... o fundamento de Deus fica firme...' (2 Timóteo 2; 19), Paulo estava firmado na fidelidade de Deus quando disse: '...eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia' (2 Timóteo 1:12).
A percepção desta bendita verdade nos protegera da preocupação. Estar cheio de preocupações, ver a nossa situação com prenúncios sombrios, antecipar o amanhã com ansiedade, é ofender a fidelidade de Deus. Aquele que vem cuidando do Seu filho através dos anos, não o abandonará quando o filho envelhecer. Aquele que ouviu as orações que você fez no passado, não se negará a suprir suas necessidades na presente emergência. Descanse em Jó 5:19: “Em seis angústias te livrará; e na sétima o mal te não tocará'.
A percepção desta bendita verdade catará as nossas murmurações. O Senhor sabe o que é melhor para cada um de nós, e um efeito da confiança nesta verdade será o silenciar das nossas petulantes reclamações. Deus é grandemente honrado quando, sob provação e castigo, temos bons pensamentos sobre Ele, vindicamos a Sua sabedoria e justiça, e reconhecemos o Seu amor mesmo em Suas repreensões.
A percepção desta bendita verdade gera crescente confiança em Deus. 'Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas como ao fiel Criador, fazendo o bem” (1 Pedro 4:19). Quando confiantemente nos resignarmos e deixarmos todos os nossos interesses nas mãos de Deus, plenamente persuadidos do Seu amor e fidelidade, tanto mais depressa ficaremos satisfeitos com as Suas providências e compreenderemos que 'Ele tudo faz bem”.
Autor: Arthur W.Pink
Extraído do Livro - Atributos de Deus, Capítulo 10.
Deus é fiel na preservação do Seu povo. 'Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor'' (I Coríntios 1:9). No versículo anterior foi feita a promessa de que Deus confirmará o Seu povo até o fim. A confiança do apóstolo na absoluta segurança dos crentes estava baseada não na força das resoluções deles ou em sua capacidade para perseverar, mas sim na veracidade daquele que não pode mentir. Visto que Deus prometeu ao Seu Filho um certo povo como Sua herança, livrá-lo do pecado e da condenação e fazê-lo participante da vida eterna na glória, é certo que Ele não permitira que nenhum dos pertencentes a esse povo pereça.
Deus é fiel na disciplina ministrada ao Seu povo. Ele não é menos fiel naquilo que retira, do que naquilo que dá. É fiel quando envia tristeza como quando outorga alegria. A fidelidade de Deus é uma verdade que devemos confessar não somente quando a tranqüilidade nos bafeja, mas também quando nos afligirmos sob o castigo mais áspero. Tampouco esta confissão deve ser apenas de boca, mas também de coração. Quando Deus nos fere com a vara da punição, é a fidelidade que a maneja. Reconhecer isso significa que nos humilhamos diante dEle, confessamos que merecemos totalmente a Sua correção e, em vez de murmurar, damos-Lhe graças por isso. Deus nunca nos aflige sem algum motivo: 'Por causa disto, há entre vós muitos fracos e doentes...' (1 Coríntios 11:30), ilustra este princípio. Quando a Sua vara cair sobre nós, digamos com Daniel; 'A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto...' (9:7).
'Bem sei eu, ó Senhor, que os teus juízos são justos, e que em tua fidelidade me afligiste' (Salmo 119:75). Problemas e aflições não são apenas coerentes com o amor de Deus empenhado na aliança eterna, mas são partes da sua administração. Deus é fiel não só quando afasta as aflições, mas também é fiel quando no-las envia. “Então visitarei com vara a sua transgressão, e a sua iniquidade com açoites, Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade' (Salmo 89:32-33). O castigo não é apenas conciliável com a benignidade amorosa de Deus, mas também é seu efeito e expressão. A mente dos servos de Deus se tranquilizaria muito se eles se lembrassem de que a aliança de Deus O obriga a aplicar-lhes correção oportuna. As aflições são-nos necessárias: '...estando eles angustiados, de madrugada me buscarão' (Oséas 5:15).
Deus é fiel na glorificação do Seu povo, 'Fiel é o que vos chama, o qual também o fará' (1 Tessalonicenses 5:24). A referência imediata aqui é aos santos serem 'preservados inculpáveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo'. Deus nos trata, não com base em nossos méritos (pois não temos nenhum), mas por amor do Seu grande nome. Deus é constante para consigo mesmo e segundo o propósito da Sua graça, '... aos que chamou ... a estes também glorificou' (Romanos 8:30). Deus dá plena demonstração da constância de Sua bondade eterna para com os Seus eleitos, chamando-os eficazmente das trevas para a Sua maravilhosa luz, e isto deveria torná-los seguros da certeza da sua continuidade. '... o fundamento de Deus fica firme...' (2 Timóteo 2; 19), Paulo estava firmado na fidelidade de Deus quando disse: '...eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia' (2 Timóteo 1:12).
A percepção desta bendita verdade nos protegera da preocupação. Estar cheio de preocupações, ver a nossa situação com prenúncios sombrios, antecipar o amanhã com ansiedade, é ofender a fidelidade de Deus. Aquele que vem cuidando do Seu filho através dos anos, não o abandonará quando o filho envelhecer. Aquele que ouviu as orações que você fez no passado, não se negará a suprir suas necessidades na presente emergência. Descanse em Jó 5:19: “Em seis angústias te livrará; e na sétima o mal te não tocará'.
A percepção desta bendita verdade catará as nossas murmurações. O Senhor sabe o que é melhor para cada um de nós, e um efeito da confiança nesta verdade será o silenciar das nossas petulantes reclamações. Deus é grandemente honrado quando, sob provação e castigo, temos bons pensamentos sobre Ele, vindicamos a Sua sabedoria e justiça, e reconhecemos o Seu amor mesmo em Suas repreensões.
A percepção desta bendita verdade gera crescente confiança em Deus. 'Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas como ao fiel Criador, fazendo o bem” (1 Pedro 4:19). Quando confiantemente nos resignarmos e deixarmos todos os nossos interesses nas mãos de Deus, plenamente persuadidos do Seu amor e fidelidade, tanto mais depressa ficaremos satisfeitos com as Suas providências e compreenderemos que 'Ele tudo faz bem”.
Autor: Arthur W.Pink
Extraído do Livro - Atributos de Deus, Capítulo 10.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Cobertura da Fachada do Templo da Igreja
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Tradição ou Tradicionalismo ?
O grande professor de Yale, Jaroslav Pelikan, definiu sabiamente a diferença entre tradição e tradicionalismo. Este é a fé morta dos que vivem e aquela é a fé viva dos que morreram. Estamos mais para o tradicionalismo em nossas igrejas do que para tradição. No tradicionalismo, o homem, as instituições, são o centro, a razão das coisas. Há uma busca desenfreada pela aparência, pela visibilidade. É impressionante como os tradicionalistas fazem questão das coisas pequenas, que nada acrescentam. São como os religiosos da época de Jesus que só viam o cisco no olho do próximo e não enxergavam a trave no seu olho. Eles eram sepulcros caiados – bonitos por fora e podres por dentro. O tradicionalismo é uma doença caracterizada pela megalomania, pela vontade intensa de aparecer, de publicar seus feitos em toda a parte. São religiosos de final de semana. Valorizam mais a organização do que o organismo. Não fazem questão de comunhão com os irmãos. Estão vivos, mas a fé está morta. Vivem no mundo platônico, no mundo das ideias. Um dos seus verbos preferidos é TER – ter nome, cultura, influência, relacionamentos interesseiros, primazia no meio da igreja e da sociedade e opinião que prevalece. O tradicionalismo está centrado no ego. Ele valoriza muito a aparência e o passado. Aliás, vive de passado. Não há sensibilidade, empatia e muito menos simpatia. É insuportável viver com um tradicionalista. Paulo enfrentou o tradicionalismo nas várias cidades por onde passou. Era composto de judeus que “obedeciam à fé”. Paulo os chamou de inimigos da cruz de Cristo, cujo deus é o ventre e só se preocupam com as coisas terrenas. O tradicionalismo é implacável com os que erram. Pune implacavelmente à luz do legalismo que lhe é peculiar. Tem dificuldade, à semelhança do irmão mais velho da parábola do pródigo, de perdoar, de aceitar e comungar. É impressionante a dureza de coração dos tradicionalistas. Eles querem que a sua opinião sempre prevaleça. Tem dificuldade de aceitar o maltrapilho, o pária da sociedade. Os pressupostos meramente humanos da sua agremiação são mais relevantes do que o evangelho de Cristo. Lidar com pessoas tradicionalistas é entrar num campo minado pela incredulidade, arrogância e falsidade ou hipocrisia. Ser um tradicionalista é valorizar mais os pensamentos do homem do que os pensamentos de Deus. Valorizar o aparente em detrimento do interior.
A tradição, por outro lado, é uma caminhada olhando para fé dos cristãos genuínos do passado. A tradição liga o passado ao presente visando a construção de um futuro promissor. A tradição é valorizar os homens e mulheres do passado como aqueles que são mencionados em Hebreus 11. Ela valoriza mais o homem do que a instituição. Vive pelo ser. Tradição é a história daqueles que viveram pela fé em tempos turbulentos, tempestuosos. Ela enseja a busca constante pelo Transcendente, pelo Senhor. Ela considera os erros do passado visando os acertos do presente como matéria prima para a construção do futuro. Tratando-se de tradição cristã, a Pessoa de Cristo é central. A Sua Igreja é constituída de homens e mulheres que viveram e vivem pela fé na suficiência de Cristo. Tradição é contar as histórias para os filhos e netos. Ela não extática, mas dinâmica. Não vive simplesmente do passado, mas tem um olhar clinico no presente, planejando para o futuro. Na Bíblia, temos a tradição dos patriarcas, sacerdotes, reis, profetas e apóstolos. Ela é um legado rico de experiências com o Senhor e com o próximo. Não é um fim em si mesma. É um meio de benção. Uma escola rica em histórias dos grandes feitos de Deus na vida do Seu povo. Ser tradicional é olhar para o futuro com fé, confiança e esperança. Jesus nos deixou o evangelho do Reino. Ele amou a Igreja morrendo por ela. Não sou um tradicionalista, mas um tradicional. Não tenho visão de galinha, mas de águia. Não quero ficar mergulhado em mim mesmo, mas nas águas cristalinas da graça de Deus em Cristo. Precisamos valorizar a nossa tradição cristã riquíssima em manifestações da graça, dos feitos portentosos de Deus na História. Precisamos sentar com os nossos filhos e contar-lhes acerca da fé viva dos que morreram. Tradição é imitar a fé do que já estão com o Senhor. Olhar para a fé de Abraão, a persistência de Jacó, a coragem de Davi, a firmeza de Elias, a fidelidade e a pureza de Daniel, a intrepidez e a ousadia de João Batista. A tradição olha para o passado como uma experiência de fé, pois são lições valiosíssimas para o nosso crescimento espiritual. A tradição cristã olha com esperança o futuro. O mesmo Jesus que esteve outrora com os nossos irmãos, está conosco hoje e estará no futuro. Vivamos a tradição cristã, amando ao Senhor de todo o nosso coração e ao próximo como a nós mesmos. Socorrer os aflitos e amargurados de alma. Graças ao Pai, Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre (Hb 13.8). Ele é a nossa tradição segura. Aquele que nos libertou da escravidão do tradicionalismo para a liberdade da tradição de Cristo, nosso Senhor.
Oswaldo Jacob
quarta-feira, 6 de maio de 2015
COMUNHÃO É BOM E FAZ BEM
COMUNHÃO É BOM E FAZ BEM (3 características da comunhão da Igreja Primitiva)
Salmos 133
1 Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
2 É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
3 Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.
Davi Faz claramente aqui uma referencia a união fraterna
Davi Faz uma exortação à unidade e a Comunhão
Davi aqui, expressa a sua doce alegria e o seu profundo desejo em ver Todo o seu povo unidos como se fossem irmãos.
Este clamor, este desejo, esta preocupação de Davi em ver o seu povo unidos como se fossem irmãos é a mesma de muitos lideres e Pastores de organizações e departamentos da Igreja.
Os irmãos já perceberam, Já Observaram, já notaram que esse Tema e um dos mais debatidos e abortados nos Congressos, nos intercâmbios das organizações de Jovens, Senhoras, Homens e Adolescentes. Fala-se muito em Unidade, falam-se muito em confraternização, solidariedade e Comunhão e a Amor ao Próximo.
E porque será que esses temas são abortados?
Porque razão se faz necessário à discussão desses Temas? Porque motivo?
Quando as organizações e departamentos da igreja promovem suas atividades o critério que geralmente se usa na escolha, na busca de um Tema a ser trabalhando, Geralmente, a escolha é feita para atender uma demanda, suprir uma necessidade.
Quando as organizações e departamentos da igreja promovem suas atividades o critério que geralmente se usa na escolha, na busca de um Tema a ser trabalhando, Geralmente, a escolha é feita para atender uma demanda, suprir uma necessidade.
A unidade, comunhão, integração é uma das nossas maiores necessidades. E isso se deve ao fato dessa busca louca, constante e desenfreada pelos cuidados deste Mundo do qual falou Jesus em Mateus 6:25-26
“Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?”
Essa Busca Louca e desenfreada pela realização pessoal, pela fama, prestígio, posição social, status dinheiro, riquezas acabam se tornando prioridade na vida de muitos crentes e a pratica da vida espiritual acaba impossível. Porque não tem tempo para as coisas de Deus e nem para pratica da verdadeira comunhão entre irmãos.
O que é comunhão?
Comunhão é o ato ou efeito de comungar.
O que nós cristãos temos que comungar uns com os outros?
Comungar o que?
Os mesmos interesses, as mesmas ideias, os mesmos propósitos, as mesmas convicções e opiniões no que diz respeito à Fé Crista.
O que é união?
União é ato ou feito de unir, unir significa junção, ligação, pacto, aliança, Reunião de Forças de vontade.
Quando se consegue viver em união e em comunhão uns com os outros sabe que pode acontecer?
Exatamente tudo aquilo que aconteceu na igreja Primitiva.
Exatamente tudo aquilo que aconteceu na igreja Primitiva.
Atos dos Apóstolos 2.42-47
42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
43 E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.
44 E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.
45 E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.
46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
47 Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.
Em se tratando de comunhão e confraternização, unidade e solidariedade temos muito a aprender com os crentes da Igreja Primitiva de Jerusalém.
A recém-formada igreja da Judeia é um exemplo,é uma referencia, um modelo para muitas igrejas no que diz respeito à comunhão e integração.
Eu destaco aqui entre tantas apenas 3 características da Comunhão da Igreja Primitiva.
1ª Característica esta no versículo 44. “Todos que criam estavam juntos...”
Amós 3.3 diz o seguinte: Andarão dois juntos se não tiverem de acordo?
Filipenses 2:1-5
1 Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
2 Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.
3 Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.
4 Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
5 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
Havia um profundo relacionamento pessoal entre eles. Não era um relacionamento superficial, rápido e aparente!
A amizade entre eles não consistia apenas em um simples bom dia, boa tarde, graça e Paz, oi! Tudo estou indo. já Fui!!!
Juntos em todos os momentos e circunstâncias da vida para o que der e vier sejam nas alegrias, ou nas adversidades, na angustia, na dor. E todos continuavam firmes, seguindo os ensinamentos dos apóstolos, vivendo em amor cristão, partindo o pão juntos e fazendo orações.
2ª Característica da comunhão da Igreja Primitiva esta no versículo 44 e 45:
“E tinham Tudo em comum” Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade.
A segunda característica da igreja primitiva era a seguinte: As pessoas eram mais importantes do que as coisas.
As pessoas sempre foram mais importantes do que os bens matérias, do que as suas propriedades e fazendas.
A igreja primitiva cuidava dos pobres, e compartilhava com eles parte de suas possessões.
A ação social era umas suas maiores prioridades.
Um dos motivos mais importantes pelo qual Jesus Cristo estabeleceu a sua igreja aqui na Terra foi para atender a demanda social e a demanda espiritual do ser humano
Constantemente a Igreja é frequentada por pessoas em busca de uma injeção de ânimo, de uma palavra amiga, de um consolo de uma palavra de conforto.
A Igreja é Constantemente Frequentada por pessoas que estão passando por lutas, adversidades e dor, por pessoas por pessoas que estão vivenciando dias maus.
Muitas pessoas vêm em busca de soluções para os seus problemas.
Problemas de ordem familiares, crise no casamento, crise financeira, desemprego, depressão, enfermidades, filhos nas drogas, filhas na prostituição.
A Igreja é constantemente Frequentada por pessoas que querem ser libertas do poder do pecado
Querem ser livre de todo o engano, de toda maldição e de todo embaraço.
É Para isso que existe a Igreja de Cristo.
Para Do apoio, funcionar como uma clinica, como um Hospital.
A Igreja Existe para dar importância e valorizar as pessoas.
3ª Característica da comunhão da igreja Primitiva esta no versículo 46
E, perseverando unânimes todos os dias no templo.
Relacionamentos Pessoais abalizados em princípios Espirituais.
Eles estavam onde?
Todos os dias no Templo.
Eles sabiam o valor, o significado, o segredo do Templo.
Salmos 27.4Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo.
A Igreja Primitiva Conhecia esse salmo muito bem.
Salmo 84.10
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
Outro salmo que a igreja primitiva conhecia e valorizava é 122.1
Alegrei-me quando me disseram: Vamos á casa do SENHOR.
Não existe lugar melhor para estar que não seja a Casa de Deus.
É na Igreja onde encontramos apoio, amamos e nos sétimos amado,é o lugar onde todos nós nos consideramos irmãos,é o lugar onde aprendemos mais da palavra de Deus.
Além dessas 3 características da comunhão da Igreja Primitiva quero destacar aqui algo interessante que esta no versículo 46. “E partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração.”
A Refeição para os Judeus era algo muito serio, tem um significado bem maior, além de matar a fome.
As refeições para os Judeus simbolizavam e simbolizam até hoje comunhão, integração, amizade, quebra de barreias, criando laços.
Autor: Luciano Gomes
sábado, 2 de maio de 2015
Despedida do Casal Capixaba: Wagner e Roberta e a Filhinha Sarah
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